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Setor social reclama mudanças que garantam estabilidade económica
18-Fev-2019


As instituições de solidariedade social devem introduzir rapidamente diversas mudanças para alcançar estabilidade económica e garantir o seu “futuro”, de modo a corrigir um quadro negro em que 60% destas organizações se encontram em ruptura financeira, apresentando prejuízos crónicos. O alerta foi dado por diversos dirigentes do setor social reunidos na conferência “O Nosso Apoio Social”, organizada pelo Jornal do Centro e pela Santa Casa da Misericórdia de Lamego, que juntou mais de 80 especialistas e dirigentes que olharam o presente e o futuro deste setor na região. 
A realidade mostra que as IPSS dependem economicamente dos acordos estabelecidos com a Segurança Social, uma dependência agravada pelo facto de que estes contratos não têm sido revistos do ponto de vista financeiro. António Marques Luís, Provedor da Misericórdia de Lamego, deu a receita que poderá modificar o panorama atual: “Temos de introduzir maior rigor na gestão, perseguindo mais eficiência na gestão dos recursos; introduzir mais competência, atraindo quadros técnicos qualificados; e alterar o pilar da nossa missão, criando novos tipos de equipamentos, adaptados a uma população cada vez mais envelhecida e com uma elevada taxa de doenças crónicas”. 
Ao seu lado, Adelino Costa, Provedor da Misericórdia de Viseu, partilhou destas preocupações e declarou que uma instituição sem sustentabilidade “terá uma dificuldade terrível de praticar o social”, chamando a atenção que também persiste um problema de “paz social”, devido aos baixos salários. Ao concluir a sua intervenção, Marques Luís defendeu que o poder local e o poder central devem contribuir para mobilizar recursos e estimular a complementaridade dos equipamentos, evitando uma luta desenfreada pela captação de utentes e “a consequente degradação da qualidade”. Presente na sessão de abertura, o Vice-Presidente da Câmara de Lamego, António Alves da Silva, sublinhou que os municípios “pela sua proximidade, conhecimento das populações e envolvimento direto com as mesmas fazem com que estes problemas possam ter uma análise e resposta mais célere”.
Para além das reflexões dos provedores de Lamego e Viseu, a assistência que lotou por completo o Salão Nobre do Teatro Ribeiro Conceição escutou os testemunhos sobre “A Diferença no Apoio Social” da Artenave e da Assol, associações de solidariedade de Moimenta da Beira e de Lafões. A sessão de encerramento foi presidida por Rui Fiolhais, presidente do Conselho Diretivo do Instituto de Segurança Social.
Os oradores foram unânimes em destacar a importância do setor social, um peso que tende a crescer devido a uma população cada vez mais envelhecida e doente. Neste momento, a economia social representa 3% do PIB e 6% do emprego e tem um forte efeito multiplicador na economia, chegando a ser o maior fator de coesão social do território, estendendo-se os equipamentos para crianças e idosos por 70% das freguesias. Só em Lamego, dezanove instituições dão resposta social à população dependente: infância, terceira idade e deficiência. Um número apenas superado no distrito pelos concelhos de Viseu e Tondela.

 
Novo ano começa com mais cursos de formação na Misericórdia de Lamego
10-Fev-2019


No arranque do novo ano, a Santa Casa da Misericórdia de Lamego continua a procurar acompanhar as transformações na sociedade que exigem mais aprendizagem ao longo da vida. Para alcançar este objetivo, promove nas suas instalações a realização de diversos cursos de formação, vocacionados para desempregados de longa duração e beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI). O mês de fevereiro marca o encerramento da formação "Desenvolvimento Pessoal e Social: Apoio Familiar e à Comunidade" e o início de um novo curso: "Gestão da Economia Doméstica e Familiar". A 11 de março, também começam as sessões dedicadas ao “Empreendedorismo – Manutenção e Reparação de Equipamentos Informáticos”.
No âmbito da formação "Desenvolvimento Pessoal e Social", que agora termina, vinte e seis pessoas aprenderam ao longo das últimas semanas um leque muito variado de conteúdos que as dotará de recursos acrescidos na sua vida profissional: criação de micronegócios, relacionamento interpessoal e comunicação na interação com a pessoa idosa, entre outros. 
Ministrados pela firma “Tecla”, estes cursos são financiados pelo Fundo Social Europeu e Estado Português através do POISE - Programa Operacional Inclusão Social e Emprego. No âmbito destas formações, é atribuído a cada pessoa um conjunto de três apoios sociais: bolsa de formação de valor até 147,46€/ mês, subsídio de alimentação (até 4,52€/ dia) e subsídio de transporte que pode ir até 63,20€/ mês. 
As inscrições estão abertas e devem ser efetuadas na Rede Local de Intervenção Social de Lamego (RLIS), situada na Rua do Teatro (tlf. 254 697 163) ou junto da Equipa Multidisciplinar do Protocolo RSI, na Rua da Olaria.
 

A Misericórdia de Lamego está cada vez mais próxima dos lamecenses e mais aberta ao diálogo e a interações com o seu público, através da maior rede social do mundo: o Facebook. Acabámos de superar a meta de 2000 "amigos"! 
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