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Misericórdia e Museu de Lamego apelam a mecenas para restaurar esculturas do século XVI Imprimir e-mail
01-Mar-2019



No ano em que comemora o 500º aniversário da sua existência, a Santa Casa da Misericórdia de Lamego promove um extenso programa de atividades culturais, de natureza diversa, com a missão de contribuir para a salvaguarda e a difusão do património cultural, material e imaterial, do concelho. Neste sentido, foi estabelecida uma parceria com o Museu de Lamego para apresentar um programa variado e alargado de atividades culturais. A primeira ação, já em curso, é a realização de uma campanha de angariação de fundos, que pretende devolver à fruição pública duas esculturas alusivas a episódios da Paixão de Cristo que integraram o recheio da antiga Igreja da Misericórdia, destruída em 1911 por um incêndio de grandes proporções. 
Esta iniciativa integra o projeto “Conhecer Conservar Valorizar” desenvolvido pelo Museu de Lamego, desde 2011, do qual já resultou o restauro de três pinturas do século XVI e um retábulo em talha dourada do século XVII. A nova campanha de angariação de fundos apela às pessoas para que sejam mecenas e façam a sua contribuição para submeter as obras de arte, em risco de perda, a um tratamento de conservação e restauro. O investimento previsto é de 4049,07 €. 
A campanha já está em andamento e aceita contribuições em dinheiro, cheque e depósito ou transferência bancária.
O Provedor da Misericórdia de Lamego, António Marques Luís, elogia a criação desta iniciativa que pretende valorizar duas esculturas da segunda metade do século XVI a necessitar de intervenção urgente: “Na continuidade da importância que a Mesa Administrativa vem dando à atividade cultural da cidade, consideramos muito importante esta parceria com a instituição mais representativa da cultura, na nossa cidade e do nosso concelho”. Também a diretora do Museu de Lamego, Alexandra Falcão, enaltece o lançamento desta campanha: “O Museu de Lamego e a Santa Casa possuem uma herança em comum. Por ocasião dos 500 anos da primeira instituição fundada em Lamego, com fins assistenciais e caritativos, convocamos o passado que é partilhado por ambos, por meio de diversas iniciativas a decorrer ao longo do ano”.

COMO PARTICIPAR [MODALIDADES DE PAGAMENTO]
DINHEIRO: No Museu de Lamego, na sala Conhecer Conservar Valorizar.

CHEQUE: Endossado: Liga dos Amigos do Museu de Lamego
Enviar para: Museu de Lamego, Largo de Camões 5100-147 Lamego

DEPÓSITO OU TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA: Liga dos Amigos do Museu de Lamego
IBAN: PT50003503900006119513010
BIC/SWIFT: CGDIPTPL
 
Coro da Misericórdia participa em Concerto Quaresmal na Penajóia Imprimir e-mail
24-Fev-2019



O Concerto Quaresmal da Igreja de Santíssimo Salvador, na Paróquia da Penajóia, contará este ano com um convidado musical muito especial: o Coro da Misericórdia de Lamego vai atuar neste local de culto, sob a direção do maestro Joel Valente, para interpretar com talento diversas composições. Na mesma ocasião, o público terá ainda a oportunidade de assistir, no órgão de tubos, à mestria de Filipe Veríssimo, organista titular e mestre capela da Igreja de Nossa Senhora da Lapa, no Porto.
Em pleno tempo da Quaresma, a quarta edição deste concerto decorre no próximo dia 10 de março, pelas 15h30. A entrada é livre.
Fundado em outubro de 2016, data da realização dos primeiros ensaios, o Coro da Misericórdia de Lamego tem como função principal enaltecer, com um reportório eucarístico, a missa dominical celebrada na Igreja das Chagas. Em pouco tempo, tornou-se numa das faces mais visíveis do projeto cultural que esta instituição, que comemora este ano o seu 500º aniversário, desenvolve em prol da comunidade. 
 
Museu de Lamego e Santa Casa da Misericórdia unem-se na salvaguarda do património Imprimir e-mail
19-Fev-2019



No arranque de 2019, a multipremiada campanha de mecenato “Conhecer Conservar Valorizar” entra numa nova fase e pela primeira vez “convida” uma instituição a unir esforços na salvaguarda do património. Nos 500 anos da Santa Casa da Misericórdia de Lamego o Museu de Lamego desafia a primeira instituição com fins assistenciais e caritativos fundada na cidade a unir-se na campanha de angariação de fundos, que pretende devolver à fruição pública uma herança comum: duas esculturas que outrora integraram o recheio da antiga igreja da Misericórdia de Lamego.
Destruída na sequência do grande incêndio que em 1911 devorou a rua de Almacave, diversas obras de arte acabariam por recolher ao Museu de Lamego, quando este foi criado em 1917. Entre elas, a pintura da “Visitação”, da autoria do pintor lisboeta Pedro Alexandrino, e duas pinturas e duas esculturas alusivas a episódios da Paixão de Cristo. Se as duas pinturas, “Jesus e a cana verde” e “Jesus atado à coluna” foram alvo de um tratamento conservação e restauro entre 2016 e 2017, no âmbito do projeto “Conhecer Conservar valorizar”, a mesma sorte não tiveram as esculturas. A necessitar de uma intervenção urgente, o Museu de Lamego e a Santa Casa da Misericórdia juntam-se num projeto onde todos podem ser mecenas, sob o mote “a sua contribuição, seja qual for o valor, constitui uma contribuição valiosa”.
À escala real, as duas esculturas, datadas da segunda metade do século XVI, representam a “Flagelação de Cristo” e “Ecce Homo”. Nas reservas do Museu de Lamego, praticamente desde que integraram a sua coleção, têm agora uma oportunidade de regressar à exposição permanente do Museu de Lamego.
Esta é apenas uma de várias iniciativas que ao longo de 2019 o Museu e a Santa Casa da Misericórdia de Lamego vão lançar em conjunto.
Para saber como pode ser mecenas, basta consultar os sites do Museu de Lamego – www.museudelamego.gov.pt – ou da Santa Casa da Misericórdia de Lamego – www.scml.pt.

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Setor social reclama mudanças que garantam estabilidade económica Imprimir e-mail
18-Fev-2019


As instituições de solidariedade social devem introduzir rapidamente diversas mudanças para alcançar estabilidade económica e garantir o seu “futuro”, de modo a corrigir um quadro negro em que 60% destas organizações se encontram em ruptura financeira, apresentando prejuízos crónicos. O alerta foi dado por diversos dirigentes do setor social reunidos na conferência “O Nosso Apoio Social”, organizada pelo Jornal do Centro e pela Santa Casa da Misericórdia de Lamego, que juntou mais de 80 especialistas e dirigentes que olharam o presente e o futuro deste setor na região. 
A realidade mostra que as IPSS dependem economicamente dos acordos estabelecidos com a Segurança Social, uma dependência agravada pelo facto de que estes contratos não têm sido revistos do ponto de vista financeiro. António Marques Luís, Provedor da Misericórdia de Lamego, deu a receita que poderá modificar o panorama atual: “Temos de introduzir maior rigor na gestão, perseguindo mais eficiência na gestão dos recursos; introduzir mais competência, atraindo quadros técnicos qualificados; e alterar o pilar da nossa missão, criando novos tipos de equipamentos, adaptados a uma população cada vez mais envelhecida e com uma elevada taxa de doenças crónicas”. 
Ao seu lado, Adelino Costa, Provedor da Misericórdia de Viseu, partilhou destas preocupações e declarou que uma instituição sem sustentabilidade “terá uma dificuldade terrível de praticar o social”, chamando a atenção que também persiste um problema de “paz social”, devido aos baixos salários. Ao concluir a sua intervenção, Marques Luís defendeu que o poder local e o poder central devem contribuir para mobilizar recursos e estimular a complementaridade dos equipamentos, evitando uma luta desenfreada pela captação de utentes e “a consequente degradação da qualidade”. Presente na sessão de abertura, o Vice-Presidente da Câmara de Lamego, António Alves da Silva, sublinhou que os municípios “pela sua proximidade, conhecimento das populações e envolvimento direto com as mesmas fazem com que estes problemas possam ter uma análise e resposta mais célere”.
Para além das reflexões dos provedores de Lamego e Viseu, a assistência que lotou por completo o Salão Nobre do Teatro Ribeiro Conceição escutou os testemunhos sobre “A Diferença no Apoio Social” da Artenave e da Assol, associações de solidariedade de Moimenta da Beira e de Lafões. A sessão de encerramento foi presidida por Rui Fiolhais, presidente do Conselho Diretivo do Instituto de Segurança Social.
Os oradores foram unânimes em destacar a importância do setor social, um peso que tende a crescer devido a uma população cada vez mais envelhecida e doente. Neste momento, a economia social representa 3% do PIB e 6% do emprego e tem um forte efeito multiplicador na economia, chegando a ser o maior fator de coesão social do território, estendendo-se os equipamentos para crianças e idosos por 70% das freguesias. Só em Lamego, dezanove instituições dão resposta social à população dependente: infância, terceira idade e deficiência. Um número apenas superado no distrito pelos concelhos de Viseu e Tondela.

 
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